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Relembre os 5 maiores desastres aéreos da história

Não é só o Belchior que tem medo de andar de avião. Por mais que seja um dos meios de transportes mais seguros, muitas pessoas compartilham desse medo. Isso ocorre porque os desastres aéreos acabam matando mais pessoas e a mídia faz uma enorme cobertura jornalística sobre o tema. No entanto, mais pessoas morrem diariamente nas estradas brasileiras do que os desastres aéreos que ocorreram no país.

Além desse tipo de acidente ser muito trágico e gerar muita comoção, os desastres aéreos também permanecem na memória das pessoas. Talvez você até se lembre de alguns dos acontecimentos que preparamos nessa lista… confira alguns dos maiores desastres aéreos da história.

1. Air India 182

Quando: 23 de Julho de 1985
Onde: Oceano Atlântico
Fatalidades: 329
Sobreviventes: 0

O avião Boeing 747 era ministrado pela companhia Air India e tinha saído de Montreal, no Canadá, com destino a Mumbai, na Índia. Durante o trajeto, ele teria duas escalas, uma em Londres e outra em Nova Delhi.

Em seu caminho para Londres, o avião sofreu uma explosão no seu departamento de cargas que fez com que a aeronave se partisse em duas e acabou matando os seus 329 passageiros e tripulantes.

Após investigações, foi descoberto que se tratou de um atentado terrorista, pois um de seus passageiros era membro do grupo extremista Sikh, que estava com nome falso e que despachou sua bagagem mas não embarcou.

2. Turkish Airlines 981

Quando: 03 de Março de 1974
Onde: França
Fatalidades: 346
Sobreviventes: 0

O voo inicial saiu de Istambul, a Turquia e ia para Londres, Inglaterra, com uma escala em uma região de florestas francesas. Ao chegar na capital francesa, uma greve realizada por funcionários de uma outra companhia aérea, a British European Airways, acabou atrasando a continuação desse voo.

Alguns passageiros não puderam embarcar com o atraso e foram transferidos para uma outra aeronave, do voo 981 da Turkish Airlines. E poucos minutos após a decolagem, a aeronave foi danificada na parte traseira que causou a despressurização em toda a aeronave. Os pilotos perderam o controle do avião que caiu matando todos a bordo.

3. Saudi Arabian Airlines 763 e Kazakhstan Airlines 1907

Quando: 12 de Novembro de 1996
Onde: Índia
Fatalidades: 349
Sobreviventes: 0

Duas aeronaves estavam envolvidas nesse trágico acidente, o Boeing 747 da Saudi Arabian Airlines que saiu de Nova Delhi com 289 passageiros e 23 tripulantes a bordo e o avião Ilyushin Il-76 da Kazakhstan Airlines que se preparava para aterrizar no mesmo aeroporto com 37 pessoas a bordo.

Cerca de 4.267 metros de altitude, as duas aeronaves se chocaram e, a asa esquerda do Ilyushin atingiu a traseira do Boeing. O Boeing praticamente se desintegrou no ar e o outro avião caiu vertiginosamente atingindo o solo.

Não houve sobreviventes e a causa do acidente foi apontada como falha de comunicação entre as aeronaves e o aeroporto.

4. Japan Airlines 123

Quando: 12 de Agosto de 1985
Onde: Japão
Fatalidades: 520
Sobreviventes: 4

A história desse acidente se iniciou quando o Boeing 747SR da Japan Airlines precisou ser consertado de uma grave avaria na sua estrutura. Após os reparos, a Boeing afirmou que a aeronave estava segura e perfeitamente apta para realizar novos voos.

Isso havia ocorrido em 1978, e em 1985 essa avião havia acabado de decolar de Tóquio com destino a Osaka, ambos no Japão. Quando o aparelho que controla a pressurização explodiu.

O avião então foi perdendo altitude até cair em uma região próxima ao Monte Takamagahara. O choque com o solo causou uma explosão que matou 520 pessoas, restando somente 4 sobreviventes. Com esse número desastroso, esse foi um dos maiores acidentes que matou mais pessoas na história.

5. KLM Royal Dutch Airlines 4805 e Pan American World Airways 1736

Quando: 27 de Março de 1977
Onde: Ilhas Canárias
Fatalidades: 583
Sobreviventes: 61

Após a explosão de uma bomba, sem origem definida, no aeroporto de Gran Canaria, localizado na região das Ilhas Canárias os voos foram transferidos para outro local sob a ameaça de novas bombas. Vários voos então foram transferidos para Los Rodeos, na ilha de Tenerife.

Essas situação aumentou muito o fluxo de aeronaves presentes neste aeroporto que já estava lidando com uma péssima visibilidade por conta do clima do dia, que estava com muita neblina. Com essa péssima visibilidade, os pilotos estavam tendo que ter uma logística muito alinhada, tinham que taxiar até o fim da única pista, esperar pelo outro avião, dar um giro e então decolar.

O KLM deveria fazer esse procedimento e esperar pelo da Pan Am, que se posicionaria logo atrás dele para decolar. No entanto, o KLM deu início ao procedimento de decolagem e acabou a certando o Pan Am que ainda estava na pista.

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