Um especialista confirma qual seria a pior idade para uma criança enfrentar o divórcio de seus pais

Família & Crianças

Um divórcio é sempre uma situação desagradável, traumática e indesejável, especialmente quando existem crianças envolvidas. Nenhum casal com filhos pretende se divorciar, isso é praticamente certo. E enquanto todo divórcio é prejudicial à saúde psicológica das crianças, existem certas idades em que esses processos afetam ainda mais do que o normal.

Uma criança com menos de dois anos, por exemplo, não será capaz de realmente observar qualquer coisa relacionada ao divórcio. Talvez ela estranhe um dos dois pais quando a separação acontecer, mas essa é a idade em que as crianças são menos afetadas.

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Um psicólogo infantil passou anos estudando o assunto do divórcio e seus efeitos sobre as crianças. Após os 3 anos, há sempre um potencial de trauma, em menor ou maior grau. E, talvez, a pior idade seja próximo aos 11 anos, porque nesta fase as crianças já têm alguma maturidade para entender o que significa um casamento e o que o relacionamento dos pais é para eles. Além disso, o conceito de núcleo familiar já existe em sua mente de uma maneira bastante estável.

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O pior de toda a questão do divórcio não é apenas a separação. O que mais prejudica as crianças mentalmente é o conflito, especialmente se eles acontecem quando a criança pode vê-lo ou ouvi-lo. O ideal é evitar brigar ou discutir na frente delas.

Outro ponto muito traumático é o abandono de um pai. As crianças sentem que, de certa forma, o divórcio foi culpa dela.

Agora, uma vez que as crianças atingem a adolescência, essas questões geralmente são tratadas de forma mais madura na maioria dos casos. Os adolescentes podem entender racionalmente a situação e entender que, se seus pais estão tendo conflitos não resolvidos e serão mais felizes separados, o divórcio é a única opção.

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É importante que, em caso de divórcio, ambos os pais levem em conta que os dois devem continuar a amar e ter um tempo de qualidade com seus filhos. Além disso, a ajuda psicológica é essencial e não deve ser ignorada.

Fonte: Fatherly


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